Jardim das Folhas Sagradas estreia em novembro

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Antônio Godi, o bancário Bonfim, a quem é dada a missão de abrir um terreiro de candomblé

O cineastal Pola Ribeiro, que tem, ele próprio, negociado a chegada de seu longa, Jardim das Folhas Sagradas, os cinemas, marca a estreia para o dia 4 de novembro em Salvador e mais sete cidades brasileiras: Feira de Santana, Petrolina, Aracaju, Fortaleza, João Pessoa, Brasília e Taguatinga. Em Recife estreia no dia 15, e depois, no dia 25, no Rio de Janeiro, São Paulo, Guarulhos, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Vitória, Ribeirão Preto, Capinas e Santos.

Programada inicialmente para 7 de outubro, a estreia de Jardim das Folhas Sagradas batia com a de Capitães da Areia, adaptação do romance de Jorge Amado dirigida por sua por sua neta, Cecília, que chegou aos cinemas com 200 cópias. No centro das atenções, em Jardim, filme que teve avant-première no Panorama Internacional Coisa de Cinema, o debate sobre sexualidade, ecologia, intolerância religiosa e tradição e modernidade.

O eixo da trama é o bancário bissexual Bonfim, interpretado por Antônio Godi, filho de mãe de santo negra e pai de santo branco, a quem é dada a missão de assumir o sacerdócio de Ossain, o orixá das folhas, e abrir um terreiro de candomblé. Casado com a evangélica Ângela (Evelin Buchegger), ele não quer cumprir o dever para o qual foi consagrado, mesmo porque é contra a matança de animais, mas, enfim, com a morte do amante, e revoltado com o preconceito racial no trabalho, resolve abrir o terreiro, sem os tradicionais sacrifícios.

Para mais detalhes sobre a estreia e o filme, acesse o site de Jardim das Folhas Sagradas.